domingo, 7 de julho de 2013

O desafio de amar

O desafio de amar

“O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem”Romanos 12:09


Acredito que o maior desafio que Deus nos lança é amar o próximo. É tão difícil cumpri-lo que, o apóstolo Paulo ainda nos exorta a fazê-lo em sinceridade para que não restem dúvidas, de sua importância. Há pessoas que fazem o bem aos outros por saberem que serão recompensados por Deus, há os que fazem para alimentar seu próprio ego, para poderem dizer pra si mesmos que são pessoas boas. Tem pessoas que fazem o bem com o intuito de serem admirados.
                Mas amar é simplesmente amar, querer o bem, esforçar-se para fazer outra pessoa feliz, desejar estar perto, fazer parte da vida de alguém. O amor pode ser demonstrado por gestos, mas nasce dentro do coração de cada um de nós. Há pessoas que são muito limitadas, conseguem amar seus familiares e alguns amigos. Há pessoas que conseguem abrir mais esse ciclo e agregam um número maior de amigos e pessoas queridas. O importante é que amemos com sinceridade e façamos o bem aos que mais precisam dando assistência sempre que possível.
Pode não ser tão fácil, mas cada ordenança e mandamento que encontramos na palavra é possível cumprir, pois para isso Cristo veio e sofreu , foi rejeitado, e no momento em que mais precisou até os mais próximos se afastaram e o negaram, mas ele veio justamente para provar que é possível sim. Veio para cumprir a lei e para mostrar que nós podemos conseguir. Ele estava aqui na mesma condição que nós, pois sentia frio, fome, tristeza, dor, alegria. Fico imaginando a satisfação que sentia ao degustar uma fruta de sua preferência. Isso mesmo, ele era humano como nós, mas tinha uma característica tão incomum em comparação à maioria das pessoas, sabia admirar as aves, as plantas, a natureza e se comovia com as crianças, e com a história de vida das pessoas que precisavam da sua ajuda.
Temos que aceitar o fato de que amar é um desafio e encara-lo. Os desafios nos instigam, nos fazem desejar cumpri-los. Todo desafio requer esforço, dedicação, renúncia, e o maior esforço que precisa ser feito é justamente amar com altruísmo. O altruísmo é o oposto do egoísmo, é dedicar-se, esforçar-se em prol de outras pessoas e considerar os interesses delas maiores. Esse desafio foi lançado por Deus quando entregou as tábuas da lei com dez mandamentos e um deles dizia: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Séculos depois Paulo nos diz que o amor que existe em nós não deve ser fingido. É o mesmo mandamento, mas com o alerta aos que acham que podem burlar uma lei tão importante e enganar a Deus.
Por isso, ame seu próximo, ame seus familiares, ame os necessitados, ame seus inimigos, simplesmente ame. Ame com sinceridade, renuncie o orgulho e reconheça quando estiver errado, perdoe não importa o tamanho da mágoa. Dedique tempo para ouvir, dê importância ao que é importante apenas para o outro. Abrace, sorria, elogie, agradeça. Ajude, ore, visite. Mude em você o que desagrada aos outros, repense seus passos, veja o que poderá fazer melhor da próxima vez. Prometa somente o que conseguirá cumprir e cumpra cada promessa feita. Seja atencioso, paciente, gentil, pense antes de falar, fale com ternura. Olhe ao seu redor e veja os que estão próximos, veja além da aparência, seja solidário, aproxime-se, não espere que peçam sua ajuda, seja solícito. Beije, diga que ama, presenteie. Ame sempre, em todo momento. Ame se estiver triste, ame se estiver feliz, ame se estiver preocupado. Ame sempre, ame muito. Ame!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Eu atirei pedra na cruz

“E dizia Jesus: Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E repartindo os seus vestidos lançaram sortes.” Lucas 23:34.


                O que você faria se estivesse numa situação em que fosse pressionado a negar a Jesus ou do contrário morreria? Muitos cristãos respondem veementemente que não negariam, mesmo que o preço fosse a própria morte. Mas, mesmo não se tratando de ameaça contra a própria vida ou a de um parente, você negaria? Você já negou? Sabe aquele momento em que você diz: Senhor me dá licença um minuto porque eu preciso responder quem me afrontou, ou, tenho que assistir aquele programa de tv impróprio para todas as idades, talvez até me afundar um pouco mais nos meus próprios pensamentos obscuros.
            É um paradoxo que estabelecemos para nós mesmos, ou seja, uma verdade que criamos e que nos leva a querer interpretar as escrituras e não entendê-las. E nos faz tentar convencer as pessoas próximas a pensar e agir da mesma forma para que a boa conduta de alguns não nos deixem envergonhados de nós mesmos. Eu atiro pedra na cruz sempre que viro as costas para ela. Então quer dizer que eu realmente faço isso? Sim, sempre que acho que a vontade do Senhor pode ser negligenciada, em detrimento dos meus desejos carnais e medíocres que não podem me tornar uma pessoa melhor. É uma escolha bem perigosa, que estamos sujeitos a fazer todos os dias. Temos a pretensão de achar que os pequeninos pecados que cometemos passam despercebidos aos olhos de Deus e enganamo-nos. Ainda por cima tentamos enganar aos outros. Então escarnecerá o homem de Deus? Muitos acham que sim e não acreditam nas consequências desse tipo de pensamento.
            Zombam da cruz os que se julgam impunes, mas a questão em si não é a consequência do pecado e sim a atitude ‘inocente’ de quem acredita estar acima do bem e do mal e não atenta para os olhos de Deus que vê e não se alegra das nossas condutas. Eu atiro pedra na cruz sempre que não me importo se Cristo ouve o que digo, ou se Ele sabe o que faço, e não me importo se isso o incomoda. Se eu tivesse a oportunidade de pecar o quanto quisesse com a condição de não pagar por meus pecados e ninguém ficar sabendo, apenas Deus. Mesmo magoando-o, eu faria isso? Faria e já fiz. Tentamos esquecer que o propósito da caminhada com Deus não é estabelecer ‘nãos’. Por exemplo: ‘eu não posso fumar’; ‘eu não posso mentir’; ‘eu não posso cobiçar’. Mas estabelecer ‘sins’: ‘sim, eu quero abrir mão de algo que não agrada a Deus’; ‘sim, eu quero fazer o que é certo’; ‘sim, eu quero me santificar’.
            Atiramos tantas pedras na cruz que nem conseguimos nos lembrar de todas, no entanto Jesus sempre olhou e, mesmo entristecido disse: “Pai perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”. Diante desses fatos não posso voltar e atirar outra, ou pelo menos vou tentar o máximo possível não fazer, pois, mesmo sabendo que serei perdoado prefiro lembrar que o amo e me importo em agradar seu coração. 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Eu escolho sonhar!

“Agora pois assim dirás a meu servo, a Davi: Assim diz o Senhor dos Exército: Eu te tirei do curral, de detrás das ovelha, para que fosses chefe do meu povo Israel.”
I Crônicas 17:07.


                Um dia, sonhei que estava em uma escada fazendo uma pintura na parede, mas não sabia qual desenho que estava sendo pintando. Então desci da escada e me afastei a uma curta distância para ver de que desenho se tratava. Era uma árvore muito grande e bonita, e eu estava pintando a copa desta árvore, então a obra foi finalizada naquele momento. Não acredito que eu tenha algum talento para pintura, mas entendi com aquele sonho que farei parte de algum projeto grande de Deus, que dará muitos frutos, pois as árvores dão frutos, sombra e abrigo para alguns animais.
                Um sonho, pequeno ou grande, pode fazer uma diferença gigantesca na vida de uma pessoa. Todo homem precisa ter um sonho na vida. Algo que lhe motive, e lhe traga esperanças, ou um propósito. Se trabalharmos todos os dias apenas para suprir nossas necessidades, vamos nos esgotar e haverá momentos em que questionaremos nossas próprias escolhas. A expectativa da realização de um sonho traz alegria às tarefas mais cansativas e enfadonhas e a perseverança nos dá vigor, força, coragem, garra. Deus nos criou com a capacidade de sonhar enquanto dormimos, quando descansamos nossas mentes viajam por caminhos que jamais conseguiremos percorrer de fato. Essa atividade que despende algumas horas diárias tem a sua relevância, pois nos ensina a elevar nossos pensamentos para realidades muitas vezes improváveis e conseguimos ver além das possibilidades que estão à nossa volta.
                Os sonhos têm maior importância em nossas vidas do que podemos imaginar, mas precisamos escolher quais os sonhos que valem a pena sonhar. Os melhores sonhos para nós são os sonhos de Deus, e Ele sonha muito alto. O que Deus sonhou para a vida de José foi motivo de zombaria por parte de seus irmãos, que não entenderam e duvidaram. O sonho tem um efeito lúdico para o que sonha, mas quando compartilhado com outras pessoas, o efeito não é o mesmo, pois aquilo que nos interessa não tem a mesma importância para os outros. Algumas vezes um sonhador consegue contagiar as pessoas ao seu redor, mas normalmente isso acontece quando se trata de uma causa nobre como, por exemplo, o sonho de Martin Luther King. O homem que fez um dos maiores discursos da história, intitulado: “Eu tenho um sonho”. Foi um discurso bem marcante e bastante aplaudido pela multidão que o assistiu. Martin era um pastor americano movido pela esperança de ver a desigualdade entre negros e brancos desaparecer, por isso tornou-se um ativista dos direitos civis lutando por essa causa. O seu sonho marcou a sua geração e foi fundamental para as mudanças que ocorreram em seu país.
                Um sonho pode mudar uma nação, uma cidade, mas se mudar pelo menos uma pessoa, merece ser sonhado. Os sonhos de Deus tem o propósito de engrandecer o seu reino, muitas vezes levantando pessoas simples, mas que tenham disposição de sonhar também. Eu decidi sonhar os projetos de Deus pra minha vida, não importa quão alto possa parecer, não importa se os outros acreditarão, Deus não se engana. Eu escolho sonhar, porque Deus escolhe realizar. 

terça-feira, 4 de junho de 2013

A temporalidade da vida humana

“Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.” 
Eclesiastes 1:4.


O homem quando jovem acredita ser capaz de grandes coisas e não se subestima, pelo contrário, se superestima em quase tudo o que faz. Acha que é mais capaz do que realmente é, não faz planos a longo prazo e não consegue aceitar que um dia vai envelhecer. Só aprende a pesar as próprias decisões depois de passar por decepções, se frustrar e sofrer as consequências das escolhas ruins que faz. Então entende que não é imortal, autossuficiente e poderoso.
Dizem que a vida é curta, e realmente é. Somos como um sopro de vento que agora é, e logo se dissipa.  Por isso alguns tentam deixar um legado, ou seja, algo que mostre o valor que tinham em vida. Grandes pensadores querem mudar a historia, assim como grandes músicos querem revolucionar a indústria musical. E o legado de um homem é para que todos se lembrem de quem ele foi, do que fez em vida e da importância que tinha. Os que não entendem quão pequena é nossa trajetória nesse mundo, gastam tempo e esforços juntando riquezas ou buscando mais e mais conhecimento. É como um saco que nunca enche, ou um poço que não tem fundo.
Nos afligimos todos os dias com preocupações tolas quando não temos conhecimento de que nosso instinto de sobrevivência nos leva a olhar para a realidade e para as coisas materiais dando-lhes extrema importância. O homem natural atenta para as coisas naturais, mas o homem sobrenatural, para as coisas espirituais.
Quando fazemos parte do reino de Deus precisamos aceitar que as preocupações com as coisas desse mundo devem ter importância secundária. Até mesmo nossas necessidades básicas de sobrevivência devem deixar de ser primordiais. Em Mateus 6:19 ao 34 Jesus nos diz que não devemos andar ansiosos quanto ao que comer, o que beber, o que vestir, mas buscar o reino de Deus em primeiro lugar e as outras coisas seriam supridas pelo Senhor. Humanamente falando é impossível não nos preocuparmos. Andamos ansiosos à espera de uma promoção no trabalho, juntar dinheiro para pagar a faculdade do filho, comprar um presente caro para um ente querido, trocar de carro. Como entender o que Jesus disse quando nos exortou a deixarmos de lado o zelo, não pelo supérfluo, mas pelo necessário à sobrevivência?
Quando nos preocupamos e tomamos todas as decisões por nossa conta temos que arcar com as consequências de nossas escolhas. E em cada decisão que tomamos sozinhos, dizemos para o Senhor que somos capazes e não precisamos Dele. Assim também quando lamentamos e murmuramos estamos dizendo que não queremos que Ele resolva. Se entregarmos no altar e depositarmos tudo diante do Senhor, Ele se torna responsável por nossas decisões, nossas lutas e batalhas. Por isso temos que priorizar o reino de Deus e entender que tanto as alegrias, quanto as dores não devem ter lugar de destaque e sim o Reino de Deus, as coisas de Deus e aquilo que é importante para o Senhor. Que Deus nos abençoe e nos desperte para uma vida de entrega e renúncia para que seu nome seja glorificado em nossas vidas! 

sábado, 1 de junho de 2013

Desacelerando.

Desacelerar

“Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.”
Salmo 91:01.


Hoje em dia as pessoas reclamam que o tempo está aparentemente mais curto, que está passando mais depressa. O que nos dá esta impressão, na verdade é a rotina. Fazemos todos os dias as mesmas coisas no trabalho, na escola, em casa e até na igreja. Às vezes nossas obrigações se tornam sufocantes e mesmo quando tiramos férias ou alguns dias de folga temos a sensação de não ter descansado o suficiente.
                Nessa vida, que podemos chamar de caminhada, muitas vezes vamos de um lado para outro sem saber onde chegaremos. Aprendemos coisas na escola que nunca nos será útil, participamos de eventos que não nos interessam, toleramos pessoas que não se importam conosco e até nos deseja mal e fazemos coisas como se seguíssemos um protocolo de boa convivência. Então vivemos, caminhamos em alguma direção, ora por caminhos sinuosos, obscuros, ora por caminhos agradáveis e com flores para ornamentar nossas vidas. Caminhar, muitas vezes se torna difícil e encontramos espinhos, pedras, lobos na estrada. Então seguimos nossa jornada contentes, em outros momentos tristes, com o coração jubiloso ou duvidoso, talvez até despedaçado.
                Quando caminhamos cansados não temos sucesso em nossa caminhada, por isso temos muitas vezes que diminuir o passo, desacelerar, e voltar para o Senhor. Estamos sempre na companhia do nosso Deus, mas por vezes é preciso parar e estar realmente a sós com Ele. Pois ‘aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará’. Ele é nosso ‘refúgio’, ‘fortaleza’ e nos livrará diante de qualquer perigo, fera, guerra, praga. Ele nos cobrirá ‘com suas penas’ e estaremos ‘seguros debaixo de suas asas’. Ele é nossa habitação. Ele nos sustentará em suas mãos e não tropeçaremos em pedra alguma.
                Quando nos voltamos para Ele, buscamos ao Senhor com nossas imperfeições, nossas limitações. Mas Jesus é misericordioso e nos recebe. E diz que mesmo que o amemos ‘encarecidamente’, ou seja, de forma incompleta, mesmo assim ele nos livra. E ‘mil cairão do nosso lado, dez mil à nossa direita mas não seremos atingidos’. Nossos ‘olhos verão a recompensa do ímpio’. ‘Ele dará ordem aos seus anjos para nos guardar no caminho’. E a caminhada será longa pois nos dará ‘abundância de dias e veremos a sua salvação’.
                O salmo 91 que foi diversas vezes citado mais acima nos traz consolo, mas também nos mostra que há um lugar onde encontramos abrigo. Um lugar onde estaremos seguros, guardados. A tristeza existe, as ameaças existem, os perigos existem. Todos estarão diante de nós a cada dia e os enfrentaremos. Entretanto não estaremos sozinhos. Mas só se estivermos naquele lugar onde conseguimos ouvir o Espírito Santo, onde há a manifestação do amor de Deus. Onde podemos sonhar e ver pelos olhos da fé a realização dos planos de Deus em nossas vidas. Nesse lugar onde a inveja não nos impede de prosseguir e as investidas do inimigo são frustradas. Onde as lágrimas não caem em vão e nossas súplicas são ouvidas e encontramos conforto.
                Paremos e voltemo-nos para o Senhor, ele anseia por isso. Ele deseja estar conosco e nos envolver, nos abraçar, cuidar como um pai cuida de seu pequeno e frágil filho. Esse é o tempo de mudarmos o ritmo da caminhada, diminuir os passos e ir até aquele lugar onde estaremos com o Senhor!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Basta uma pessoa!

“Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também se em nossos corpos!” II Coríntios 04:10.


Essa semana Deus me disse algo muito importante que se resume em três palavras: “Basta uma pessoa”.  E qual a importância disso, na verdade, o que isso quer dizer? Uma pessoa por quê? E para quê? Onde se enquadra essa frase? Qual sua importância e seu peso?
            Quando vemos a devassidão em que o mundo está, a perda de valores da sociedade, buscamos um culpado.  Alguém tem que levar a culpa, pode ser o governo, a própria sociedade ou as igrejas que não estão evangelizando, talvez sejamos nós... Mas de quem é a culpa, afinal, de haverem ainda tantos perdidos e a igreja estar se descaracterizando a cada dia, e perdendo sua credibilidade ante a sociedade? Será que é das igrejas que pregam apenas a prosperidade e a entrega dos dízimos e ofertas ou será que são as que pregam usos e costumes? 
            Esse é o problema, estamos tentando encontrar um culpado. Vivemos o que não pregamos, não somos o que dizemos que devemos ser. Não olhamos para nós mesmos, mas para algo que não concordamos e criticamos entusiasticamente. Estamos neste mundo como se fôssemos dele, juntamos riquezas, honra, títulos, diplomas, e vícios da sociedade moderna que leva o homem a se isolar cada dia mais. Gastamos tempo demais com as novas tecnologias usadas no entretenimento como tv a cabo, tablets, notebooks, mp3  e não saímos de nossa zona de conforto por nada.
            O mundo está perecendo, enquanto você lê isso pessoas estão indo para o inferno. Em Apocalipse 20:15 diz que: “Aqueles cujos nomes não foram encontrados no livro da vida foram lançados no lago de fogo.” Esse texto nos ajuda a tentar entender o que será a segunda morte, pois imaginamos quão terrível deva ser morrer por afogamento ou em um incêndio. Imagine estar num lago de fogo, se afogando e tentando segurar algo para sair de lá e ao mesmo tempo queimando.  E o pior de tudo, ter uma existência eterna assim nesse lugar. Terrível!
            Basta uma pessoa! Quando Deus fez um avivamento no país de Gales, usou Evan Roberts, um jovem seminarista de 26 anos que tinha uma oração: Que Deus o enchesse com seu Espírito e que Deus fizesse um reavivamento no país de Gales. E Deus o fez. Da mesma forma John Wesley ainda muito jovem, depois de ter sido cheio do Espírito realizou muitos cultos ao ar livre onde as pessoas sentiam a glória de Deus e se arrependiam de seus pecados. Este homem foi usado por Deus em um grande reavivamento na Inglaterra. Um pessoa movida por Deus pode levantar outras como acreditava Joh Wesley: “Dai-me cem homens que nada temam senão o pecado, e que nada desejam senão a Deus, e eu abalarei o mundo”.
            Basta um homem, basta uma mulher! Alguém que tenha uma verdadeira entrega e que não tenha sua vida por preciosa. Alguém que tenha sede de ganhar almas. Alguém que ore, pois é através da oração que Deus faz sua vontade. O diabo só trabalha dentro de legalidade, e Deus também. Quando pecamos damos legalidade ao inimigo e quando oramos, nos santificamos e buscamos a Deus Ele tem total liberdade para agir. Temos que estar tão cheios do Espírito ao ponto das pessoas sentirem a presença de Deus e se constrangerem por saberem que são pecadoras e precisam Dele.
            A oração move os céus, pois quando o povo de Deus ora os céus se abrem, o inferno treme e algo novo acontece na terra. Basta você!